Foi publicada uma “matéria” no Jornal do Batel de novembro contendo várias reclamações sobre os Mini Matsuris que ocorrem mensalmente na Praça do Japão. Quem tiver interesse pode lê-la na íntegra, basta clicar na imagem.
O grande erro do redator desse texto é não ter se dado o trabalho de ir conversar com alguém da organização para ouvir o outro lado. Por matéria jornalística entende-se que ambos os lados devem ser ouvidos para que então a situação seja analisada como um todo. Da maneira como foi colocado fica nas entrelinhas que todoso os jovens que pisam na Praça prejudicam-na de alguma maneira, o que é uma inverdade.Estou longe de querer tapar o sol com a peneira ou qualquer coisa do tipo. Existe sim um problema e estamos tentando contorná-lo, só que esse é um tipo de coisa que não acontece, infelizmente, do dia para a noite. Com a popularização do evento é natual que pessoas indesejadas acabem aparecendo. A questão é que tais pessoas acabam deturpam o todo, o propósito principal.
Gostaria de lembrar que quando a Praça do Japão foi reformada, durante o mandato do Rafael Greca, ficou claro para os envolvidos que a finalidade da Praça era sim de reaizar eventos culturais japoneses. Hoje, 16 anos depois, a principal forma de disseminação da cultura japonesa é através dos animês (animações japonesas) e mangás (quadrinhos japoneses). Ou seja, através dos jovens.
Não adianta nada limitarmo-nos a comunidade nipônica, aos descendentes de japoneses, até porque um dia todos morrem. Se quisermos dar continuidade ao trabalho de divulgação da cultura japonesa é necessário sim atrair os jovens. E não há melhor lugar para isso do que a Praça do Japão.
Ao invés de apenas reclamarmos poderíamos nos unir para tentar contornar tal situação. Assim todos sairíamos ganhando. Mas né, isso é muito difícil, sempre nos toma muito tempo batalhar no lugar que jogar umas palavras por aí reclamando.
Leia também:









Fiz uma chamada para o seu post em meu blog, o parceiro “NETOIN!”.
Fique à vontade para dar uma olhada nele.
Esse é assunto importante, de muita relevância.
Até mais!
PS: Mylle, você é a dona do blog “Mini Matsuri”, certo!? O “NETOIN!” pode ser parceiro dele também!?
Só por Deus mesmo hahahaha
E outra eles nem japoneses são, agora nem cultivar a cultura nao se pode mais, ninguém da organização do evento tem obrigação de tomar conta da praça toda, e depois ta na hora dos policiais municipais pararem de ficar dentro da casa assistindo Tv, e só sair de lá quando tem ameaço de briga.
E isso ta virando história tipo a da Pracinha do Batel, que se falou um monte, e eles nem o nome da praça sabiam que é Miguel Couto, enfim. Se eu tivesse condições processaria o infeliz que fez a matéria, quem não sabe fazer jornalismo não se estabelece, se é que da pra chamar isso de jornalismo.
Ninguém fala dos caras dos predios atirando latinhas entre outras coisas na praça, isso também é sujar, garanto que metade do povo que mora ali, não sabe nem o que é sustentabilidade, além de serem um monte de fumantes desprovidos de amor, que nem prestão atenção nos seus filhos.
Se eles gostão da praça limpa para que seus caezinhos não se engasguem com a sujeira, porque que não descem a as bundas dos seus apartamentos e ajudam na limpeza, eu mesma ja tirei muita coisa dos lagos ali. Infelizmente é como eu disse, não temos controle sobre quem vai, e o que faz na praça, a gente tenta mais é impossivel.
Estou muito indignada e apoio obrigar o jornal do batel a escrever o outro lado da historia.
Um abraço!
além do mais muita gente fica bêbada lá…
Não sou contra beber em matsuri. Sou contra perder o bom senso e abusar da bebida.
E quanto a matéria absolutamente mal escrita e não-assinada, recomendo ao autor que sente-se em uma sala de aula de redação jornalística. Quem sabe aprenda algumas normas básicas de redação e a expôr todos os lados possíveis da situação em seu texto…
É como já disseram,tds serao prejudicados pro causa de alguns q fazem barulho e estragam a felicidade de moradores e frequentadores,pq niguem qer barulho de dia nem de noite,mesmo q entre as 7 da manha e as 10 da noite
É como já disseram,tds serao prejudicados pro causa de alguns q fazem barulho e estragam a felicidade de moradores e frequentadores,pq niguem qer barulho de dia nem de noite,mesmo q entre as 7 da manha e as 10 da noite
Mais presta atenção na quantidade de “Perua” que vai passear com seus Poodles e Lhasas lá sem se importar!!
Serio todas as “tribos” tem o direito de se divertir…essa gente que pare de reclamar, é 1 fds por mês…Se fosse todo fds eu ate aceitava u.ú